A LRS Agropastoril

O Empreendimento

A LRS Agropastoril é uma empresa especializada em pecuária bovina e lavouras de soja e milho. Sua atividade principal está relacionada à Fazenda Santa Maria, que se destaca em pesquisas científicas para melhoria genética de animais e pastos. Na bovinocultura de corte, a LRS Agropastoril promove cruzamento genético com as principais raças bovinas de alta linhagem, criadas pelos princípios do bem-estar animal (BEA), o que garante a produção de carne de qualidade.

Por outro lado, a LRS Agropastoril se especializou, também, na gestão ambiental de áreas de conservação, uma vez que atua na conservação e preservação dos ecossistemas existentes na Fazenda Santa Maria e no trecho do Corredor da Biodiversidade dentro de seus domínios.

O empreendimento já ganhou reconhecimento internacional pela proposta de sustentabilidade em seus limites, com uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) e um Corredor de Biodiversidade, o Corredor Ecológico Santa Maria, que interliga duas importantes áreas ambientais existentes na região Oeste do Paraná, o Parque Nacional do Iguaçu e a Faixa de Proteção do Reservatório de Itaipu mantida pela Usina Binacional. A RPPN possui 242 hectares de um total de 313 hectares de área ambiental, sendo que além da reserva e da faixa reflorestada, o Corredor de Biodiversidade interliga vários fragmentos florestais, utilizados como uma área de deslocamento da fauna, permitindo também o turismo ecológico. 

As origens da Fazenda Santa Maria datam do ano de 1948, quando a área foi adquirida pelo patriarca da família que passou a ser proprietária da fazenda, que atualmente está em sua quarta geração de proprietários. Na verdade, a Fazenda Santa Maria denomina uma área composta de várias propriedades rurais distintas em questões dominiais.

Na pecuária de corte, a propriedade é especializada em cruzamentos industriais de raças bovinas, mantendo cria, recria e engorda pelo sistema de terminação em semi-confinamento, produzindo gado precoce. As fêmeas são abatidas entre 14 e 18 meses e os machos entre 18 e 22 meses, das raças Angus, Nelore, Braford e Brangus, com matrizes do cruzamento Angus e Nelore.

O manejo animal segue as práticas do bem-estar animal (BEA) e adota as mais avançadas tecnologias no campo, incluindo-se a Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF), com vistas a garantir maior valor genético nos cruzamentos. A engorda dos animais mantidos em semi-confinamento se dá através de arraçoamento e da silagem de sorgo, além da fenação, usada como suplemento das matrizes durante o inverno.

Através da IATF, promove a sincronização da ovulação das fêmeas bovinas após a administração de medicamentos em dias predeterminados. Dessa forma, é possível sincronizar um lote de vacas paridas ou novilhas e inseminá-las todas no mesmo dia, sem a necessidade de observação de cio.